Tiago Silva  Torres, advogado autárquico  e corregedor do Iases 

 

Tiago Silva Torres começou sua carreira profissional como Guarda Municipal de Vitória. Durante sua atuação na segurança pública, cursou Direito se formando no final de 2004 e logo no início de 2005 foi aprovado no exame da OAB.

No entanto, era preciso ele escolher seguir na Guarda ou atuar em sua nova formação. “Como a atividade fiscalizatória da Guarda Municipal impedia a expedição da minha carteira da OAB, passei a estudar para concursos que fossem exigidos o Curso de Direito. Foi quando acabei por escolher a Advocacia Autárquica como um dos meus alvos. Entrando em setembro de 2011 na advocacia do Iases” lembra Tiago.

Sua carreira estava apenas começando, mas novos desafios estariam por vir.  Sendo  egresso da corregedoria da Guarda,  ele destaca que após um ano de posse no Iases “acabei por ser aproveitado no cargo de Corregedor, cargo que exige a formação em Direito, do qual me encontro até os dias atuais, sendo os maiores desafios a falta de de eficiência dentro da administração pública e as diversas punições em que tive a função de conduzir, muitas delas em cargos de chefia, pois ao nosso sentir o controle disciplinar vale para todos, quais sejam, subordinado e chefes”.

Prestes a completar sete anos de corregedor do Iases, Tiago destaca que atua “fortemente na prevenção e reprimenda de desvios funcionais, já foram quase cem servidores punidos, havendo, inclusive, demissões. Ao olhar o caminho percorrido, vejo que os servidores do Iases têm a total convicção de que se atuarem fora dos padrões éticos e disciplinares serão reprimidos na forma da lei o que se traduz em bons serviços à sociedade capixaba”

Essa atuação e eficiência, para ele é um dos reflexos da independência jurídica do Iases. “Não vejo o Iases ou qualquer autarquia sem sua independência jurídica, pois é notória a especialização dos serviços jurídicos, que caso fossem exercidos por advogados “descolados” da realidade autárquica se transmudaria em serviços jurídicos de feedback lento e, por vezes, de baixa qualidade (não por culpa do profissionais, mas pela realidade de especialização da autarquia)” avalia Torres.

Toda sua atuação na corregedoria do Iases, com eficiência no combate aos desvios, reforça a importância da advocacia autárquica para o Estado, principalmente o diferencial da atuação de um advogado público concursado no cargo de corregedor garantindo assim impessoalidade na condução dos atos disciplinares.

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Jornalismo Aesap

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